sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Interface Áudio Usb Roland/Edirol Ua2

  • 2 canais de entrada de áudio através de conexões balanceadas XLR (2) e 2 P10 (2)
  • 2 canais de saída de áudio através de conexões P10 balanceadas (2) e RCA (2)
  • Operação em Full-duplex (exceto em 96 kHz)
  • Conversores A/D e D/A de 24 bits
  • Taxas de amostragem de 44.1, 48 ou 96 kHz
  • Resposta de freqüências: 20 Hz a 40 kHz (em 96 kHz); 20 Hz a 22 kHz (em 48 kHz); 20 Hz a 20 kHz (em 44.1 kHz)
  • Ruído residual na saída: -96 dBu (relação sinal/ruído: 105 dB)
  • Conexões digitais de entrada e saída ópticas S/PDIF
  • Saída para fone de ouvido (P10 estéreo)
  • Alimentação “phantom power” nas entradas XLR
  • Conexões de MIDI In (1) e MIDI Out (1)
  • Conexão com computador via USB (alimentação também via USB)
  • Compatibilidade: PC (WDM, MME, ASIO 2) e Mac (ASIO 2, CoreAudio, OMS/FreeMIDI)






sexta-feira, 12 de julho de 2013

Thorens - Toca discos

Inicialmente apresentado em 1979, o Thorens Reference surgiu com o lema de “construir o melhor toca-discos possível, independentemente do custo”. Foram anos de conhecimento empregado neste projeto e o resultado é uma obra-prima que alcançou apenas uns poucos lares de sortudos e abastados proprietários.
Oficialmente foram vendidas somente 100 unidades do Reference, cada uma delas feita exclusivamente a mão para que fosse possível garantir a personalização que o comprador desejasse, tais como cores, tipos de braços, suspensores (elevadores, lifts) motorizados, etc. Uma lenda que agora ganha as páginas do Som Vintage e que, deculpe-nos, você dificilmente conseguirá comprar, por mais dinheiro que tenha.
Um pouco mais sobre a lenda Thorens Refrence:
  • Belt-Drive
  • Motor trifásico com polias e regulagem eletrônica
  • Três velocidades: 33 -1/3, 45 e 78 rpm
  • Estroboscópio iluminado na parte de fora do aro
  • Placas de controle banhadas a ouro montadas sobre o chassis
  • Pitch control de ±6%
  • Chassis de base e flutuante feitos de alumínio fundido
  • Nível bolha
  • À prova de vibração e choque com 4 postos de suspensão individualmente ajustáveis
  • A ressonância do chassis flutuante pode ser ajustada (1-5 Hz) para a correspondência exata com o braço e combinação de cápsula
  • 3 plataformas para braços de vários tamanhos. O comprador escolhia quantos desejava adicionar.
  • Wow e flutter de acordo com a DIN 45507: <0 1978="" 82db.="" a="" acordo="" com="" de="" desenvolvido="" din="" dispositivo="" dos="" em="" li="" medi="" medido="" melhor="" o="" para="" pela="" peso="" precisa="" que="" ru="" rumble="" rumpelmesskoppler="" thorens="" toca-discos.="" zero="">
  • Clamp estabilizador banhado a ouro
  • Prato especialmente amortecido, com 6,6 kg de peso e 30,3 cm de diâmetro
  • Peso total de aproximadamente 90KG
  • Dimensões: 620 x 360 x 510 mm
- See more at: http://www.somvintage.com/equipamentos/toca-discos/toca-discos-thorens-reference/#sthash.sn4oB1Ru.dpuf






domingo, 12 de maio de 2013

Crosley Radio


Crosley Radio é um inevitável toca-disco portátil que funciona via USB ou através de transmissor FM. Você pode utiliza-lo tanto para tocar os seus discos como para copiar para o computador. Funciona com Mac e PC.

Long Play de Volta




Eu, como apaixonado por LP e colecionador, estou vendo nos últimos tempos várias reportagens sobre a volta do disco de vinil, e isso me deixou muito feliz, já outros não concordam e acham que o cd é melhor.

Por incrível que pareça o som do disco de vinil é 100% fiel à gravação original já que o som é analógico, quando se passa do analógico para o digital se perde tons graves e agudos, ou seja, o som do CD pode ser limpo, mas não é fiel e sem falar também que antigamente ninguém pirateava LP também.

Nos Estados Unidos e Europa, ainda se fabricam vinil. A empresa japonesa ELP criou um toca disco que ao invés de usar a tradicional agulha, usa o laser para leitura dos antigos LPs, evitando assim arranhões e conservando melhor os discos. O preço desse aparelho é caríssimo, o modelo mais barato custa U$ 9.990,00, por enquanto vamos continuar com a vitrolinha de agulha.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

System Gradiente 366




Gradiente Deck Receiver NSA 500








Dicas para Melhor Desempenho dos Alto Falantes

Suas caixas podem tocar muito mais alto e melhor!
Aprenda com os especialistas em falantes como:

Carlos Correia - Consultor técnico Beyma.
Carlos Correia - Consultor técnico Studio R:"Para um melhor aproveitamento dos seus alto-falantes, é aconselhável o uso de amplificadores com no mínimo o dobro da potência especificada dos mesmos. Este procedimento, combinado ao uso do correto processamento, vai lhe proporcionar um maior rendimento do seu sistema de sonorização.".

Prof. Homero Sette - Consultor Selenium.
Prof. Homero Sette - Consultor Selenium:"A música possui um fator de crista tipicamente igual a 10, que é a relação entre a potência musical e a potência média. Assim, um amplificador de 1.000 watts por canal, reproduzindo um programa musical típico, vai entregar apenas 100 watts de potência média. Sendo exigido acima disso, irá distorcer severamente ou acionará os limitadores.
Se a distorção não for evitada, você colocará em grande risco a vida dos falantes. Irão superaquecer e sofrerão grandes esforços mecânicos, que podem estragá-lo. Para que você tenha uma "pegada" forte (punch) no seu som, sem o risco da distorção harmônica excessiva, é preciso que seus amplificadores tenham potência de sobra. Os falantes Selenium podem suportar programas musicais variados com potências de pico (valor máximo) atingindo até 4 vezes a potência RMS!
Resumindo, o mínimo recomendado para um bom desempenho de nossos falantes, são amplificadores capazes de fornecer o dobro da potência RMS dos mesmos. Você terá mais SPL, mais qualidade e maior retorno para o seu investimento.".


Eng. Roberto Borges - Engenharia Keybass.
Eng. Roberto Borges - Engenharia Keybass:"Na montagem de um sistema, é de suma importância que os amplificadores (potência RMS sinal senoidal), sejam dimensionados com pelo menos o dobro do suporte de potência dos alto–falantes (potência RMS Ruído Rosa), só assim os sinais musicais serão acomodados perfeitamente, melhorando muito a qualidade sonora, aproveitando o máximo dos transdutores e, principalmente, evitando a queima dos mesmos.
Nós da Keybass submetemos nossos alto-falantes a rigorosos testes de potência e vida (segundo normas NBR 10.303 e NBR 5308, respectivamente). Quando monitorado o sinal que é entregue aos transdutores, verificamos que com esta reserva de potência evitamos distorções harmônicas excessivas, não superaquecendo a bobina móvel e controlando melhor os esforços mecânicos. Nossos modelos mais potentes (800 Watts RMS) trabalham de forma ideal mesmo com amplificadores capazes de fornecer mais de 1600 Watts RMS por unidade, com grande ganho de qualidade e desempenho.”.
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Sérgio Mathias - Depto. Técnico Snake.
Sérgio Mathias - Depto. Técnico Snake:"Todo sistema de som trabalha com um sinal musical de natureza dinâmica e com variações muito rápidas que podem facilmente saturar a saída dos amplificadores (clipping), ocorrendo assim o recorte do sinal entregue aos alto falantes. Esse sinal de natureza senoidal passa a ter uma forma de onda quadrada com comportamento similar à corrente contínua. É como se o amplificador estivesse com a saída em curto entregando DC aos alto falantes, agravado pelo fato de que a onda quadrada alterna rapidamente entre positivo e negativo, gerando harmônicos altamente destrutivos.
Para se evitar isso recomenda-se trabalhar sempre com uma reserva de potência para que os transientes muito rápidos e de curta duração não saturem o amplificador.
Se o alto falante suporta até 800 watts RMS, deve-se controlar o sinal entregue a ele mantendo-se um nivel médio equivalente a aproximadamente 700 watts para que não trabalhe no limite, porém o amplificador deve ter uma reserva de potência para manejar sinais de curta duração com o dobro ou mais em relação à potência nominal, evitando-se a saturação e a distorção com os danos consequentes. É o que se chama de potência de programa musical. Em suma, o som deve ser sempre limpo e agradavel, e a potência usada com muito bom senso.".
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Cláudio Rissoni - Depto. Técnico Oversound.
Cláudio Rissoni - Depto. Técnico Oversound:"Para melhor rendimento dos amplificadores, é comum em grandes sistemas de som profissional o trabalho em 2 ohms. Temos relatos de pessoas que trabalham em 2 ohms com 8 alto-falantes de 18 polegadas de 800 watts, totalizando 6.400 watts RMS, mas não possuem amplificadores compatíveis em potência para esta forma de trabalho. Acham que que se os alto-falantes forem mais potentes que os amplificadores, jamais serão danificados, o que não é verdade.Amplificadores operando no limite de potência é que são extremamente perigosos! Podem causar distorções e danos desnecessários aos alto-falantes. É importante o uso de amplificadores que forneçam, no mínimo, duas vezes a potência RMS dos alto-falantes. Desta forma você estará trabalhando com folga de potência e menor distorção harmônica, proporcionando um melhor desempenho e rendimento na resposta do sistema.”.